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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Dia da Imprensa


      O Dia da Imprensa é comemorado no dia 1º de junho.

  A imprensa é fundamental na sociedade industrial e da informação. Por isso, preservar a liberdade de expressão e de imprensa é um dever de todas as democracias.

     Quando mencionamos "imprensa" estamos incluindo os jornais e revistas, rádio e televisão. Este meios devem pautar seu trabalho pela ética e pela isenção sem favorecer nenhum lado numa reportagem. A Web Rádio é a nova força da imprensa, com seu alcance e liberdade hoje é uma nova vertente para fortalecer e propagar a força da imprensa e da fomentação da liberdade de informação, nós da UBWR, valorizamos o trabalho da imprensa e parabenizamos a todos pelo dia.

Origem do Dia da Imprensa

     No Brasil, o Dia da Imprensa se comemorava, até 1999, no dia 10 de setembro, por ser a data da primeira circulação do jornal Gazeta do Rio de Janeiro, em 1808, periódico da Corte.

     Em 1999, a comemoração do Dia da Imprensa mudou de data e passou a ser celebrado no dia 1º de junho porque foi a data em que começou a circular o jornal Correio Braziliense, fundado por Hipólito José da Costa.

    Este periódico iniciou suas publicações em 1808, mas era um jornal clandestino e começou a circular cerca de três meses antes.

     Assim, em 1999 foi oficialmente reconhecido esse fato, e uma lei definiu a mudança do Dia da Imprensa para 1º de junho.



segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Feliz Natal a todos


Feliz Natal, excelente 2018 e vamos continuar a lutar e a valorizar a Web Rádio.

Somos mais fortes...digam não a sindicalização e sim a profissionalização

Web Rádio não é local de oportunistas e de quem quer brincar de rádio. Para nós a coisa é séria e por isso que este Natal seja de reflexão e paz e em 2018 vamos crescer ainda mais.

ubwr.blogspot.com.br

Atenciosamente,

Fernando Alves Firmino
Presidente da UBWR


Fim da neutralidade de rede nos EUA pode ter impactos na internet no Brasil

     A decisão da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) de revogar a neutralidade de rede no país pode ter repercussões também no Brasil. Aprovada em 2015 pelo órgão durante a gestão de Barack Obama, a norma foi derrubada em votação ocorrida na quinta-feira (14) com aval de conselheiros indicados pelo Partido Republicano, seguindo diretriz da administração de Donald Trump.

     A regra impedia provedoras de acesso à internet de tratar de forma discriminatória os dados que circulam em suas redes, de bloquear sites, de piorar ou retardar a conexões intencionalmente e de priorizar serviços e informações de parceiros. Sem a neutralidade, as operadoras poderão adotar essas práticas, estando autorizadas, por exemplo, a vender pacotes diferenciados como no caso da TV por assinatura – um somente com e-mail, outro com redes sociais e vídeos e assim por diante.

     No Brasil, o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, manifestou-se por meio de sua conta no Twitter e lamentou a decisão. “A revogação da neutralidade da rede nos Estados Unidos fere um de seus princípios mais importantes: a liberdade de conexão. Ainda bem que no Brasil o Marco Civil da Internet nos protege de medidas dessa natureza”, diz o tuíte.

Flexibilização

     Empresas de telecomunicações já discutem a flexibilização da neutralidade de rede no Brasil, garantida em na lei conhecida como Marco Civil da Internet. Em nota divulgada após a votação de quinta-feira nos EUA, o Sindicato Nacional de Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) defendeu a flexibilização das regras para garantir o que chamou de “neutralidade inteligente”.

     “O setor de telecomunicações é a favor da neutralidade da rede aplicada de forma inteligente, permitindo às empresas gerenciar o tráfego nas suas redes com o objetivo de melhorar a qualidade e a experiência do usuário. Não deveria haver regra para interferir na gestão do tráfego das prestadoras de telecomunicações. Bastaria a lei reforçar que é assegurado aos interessados que o uso das redes se dê de forma não discriminatória, garantida pela fiscalização da agência reguladora”, propõe a entidade.

     O Marco Civil da Internet elenca a neutralidade de rede como um de seus princípios e determina que o “responsável pela transmissão, comutação ou roteamento tem o dever de tratar de forma isonômica quaisquer pacotes de dados, sem distinção por conteúdo, origem e destino, serviço, terminal ou aplicação”.
A interferência no tráfego só é permitida em casos especiais, como a priorização de serviços de emergência ou se for um “requisito técnico indispensável” à prestação do serviço. O bloqueio de e-mails em massa (também conhecidos como spams) é um exemplo de gestão da circulação de dados na internet benéfico aos usuários. Mas a regulamentação do Marco Civil define de forma estrita as situações excepcionais em que isso pode ocorrer, como nos exemplos citados.

     O Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações informou à Agência Brasil que o governo federal não pretende realizar qualquer mudança nas normas sobre a neutralidade de rede no país. “A lei no Brasil está em vigor e não há nenhuma movimentação para mudanças. O Marco Civil é uma conquista da sociedade brasileira e somos contra mudanças nessa legislação. Evoluções da tecnologia podem levar a mudanças na lei e aprimoramentos, mas não é esse o caso”.

Mudança difícil

     Para especialistas e organizações da sociedade civil, não há relação entre a decisão da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos e o quadro brasileiro. Segundo a conselheira do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI Br) Flávia Lefèvre, as legislações dos dois países são bastante diferentes. Enquanto lá o acesso à internet é tratado como serviço de telecomunicações, aqui é considerado serviço de valor agregado, não cabendo sua regulação à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

     A revogação teria de passar, portanto, por uma mudança no Marco Civil da Internet. Na avaliação de Rafael Zanatta, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), diferentemente dos Estados Unidos, em que bastou a decisão da FCC, a aprovação de uma lei alterando o Marco Civil seria mais difícil. “Aqui o custo político é maior. Não é fácil mexer no Marco Civil, uma legislação de referência internacional e um texto construído democraticamente por um longo processo.”

    Para além da dificuldade do processo, Flávia Lefèvre e Zanatta consideram que no mérito a revogação ou flexibilização seria um grande retrocesso. Se por um lado as empresas buscam isso para aumentar seus lucros e ganhar capacidade de vender pacotes diferenciados, por outro para os usuários tal cenário poderia trazer prejuízos.

    “Se você quebra a neutralidade em um país com condições tão desiguais como é o caso do Brasil, em que só temos 50% dos domicílios conectados e a maioria pelo celular, a diferença pode se aprofundar com prejuízos claros para finalidades de inclusão digital e universalização do acesso à internet, objetivos previstos em lei e que devem, portanto, ser respeitados”, alerta a conselheira do CGI Br.

Impacto no tráfego

     Ainda é incerto se as novas regras norte-americanas para a internet terão consequências no tráfego de dados dos usuários brasileiros. Sendo a internet uma “rede de redes”, muitas vezes o acesso a um site ou conteúdo (como um e-mail ou um vídeo) se dá em provedores de conteúdo com servidores nos Estados Unidos.

     Contudo, especialistas do Comitê Gestor da Internet no Brasil consultados pela Agência Brasil afirmaram que práticas de interferência no tráfego nos EUA não devem afetar os internautas aqui. Em primeiro lugar, pelo fato de as operadoras que entregam esses dados ao usuário final terem que respeitar a neutralidade de rede. Em segundo lugar, porque muitas plataformas e sites, como é o caso do Netflix, mantêm seus conteúdos em servidores no Brasil, evitando que um dado enviado ou recebido tenha que circular pelas redes.

Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil
Matéria publicada no portal EBC em: 16/12/2017 11h48





terça-feira, 25 de outubro de 2016

Depoimento do jornalista Rodrigo Vilela

          Depoimento extraído do Facebook do jornalista Rodrigo Vilela da Rádio Show do Esporte:

     "Esses dias eu estava conversando com alguns nobres colegas de web rádio e fazendo um exercício de diversão e zoeira, imaginando como seria, por exemplo, se a Rádio Show do Esporte, a Rádio RDG EsportesJornada Esporte na RedeRádio ESPORTESNET fossem uma única web rádio (apenas para citar algumas webs conhecidas minhas e que são tops; poderia citar outras 15 aqui).
     Sim. Com certeza seria uma baita rádio, com vários programas ao vivo, com esportes, música e jornalismo, o que mostraria que web rádio pode ser eclética e mesmo assim, ter qualidade e audiência, com uma programação 24h (coisa que a Show do Esporte já faz há mais de um ano).
     E o porquê desta brincadeira? Pra falar sério, agora.
     Não sei se deveria falar, mas julgo ser importante.
     Há algum tempo, o Luiz Ademar, ex-presidente da ACEESP, me disse, até num tom de, digamos, decepção, da baixíssima quantidade de votos para as mídias webs no Troféu ACEESP. E eu disse, à época, que divulgaria ao máximo para fazer o meio web (rádio ou TV) ser reconhecido.
     Pois é, a minha parte eu faço. Mas tem muita gente dentro das web rádios que parece jogar contra sempre, fazendo um trabalho "de qualquer jeito", apenas por um ego ou por uma arrogância que não percebem, na verdade, não ter ao se expor desta forma.
     Fora a falta de união de boa parte que beira o insuportável.
     Se quisermos fazer o meio web rádio crescer e ser reconhecido, temos que, primeiro, ter a consciência de que ainda somos um meio necessitando de espaço. Apresentar aos ouvintes um produto de qualidade. Preocupar-se com a qualidade de seus programas e transmissões (não só na parte técnica, mas na forma de levar a jornada).
     E aí sim, com várias grandes webs, com certeza os olhos se voltarão mais e mais a quem demonstra capacidade e espírito de liderança. Aquele que sabe que a união é a palavra chave para o sucesso.
     União. Respeito. Incentivo. Não é muito difícil, né?"


     #OrgulhodeserWebRádio


Orgulho de ser Web Rádio


Nós temos orgulho
#OrgulhodeserWebRádio


segunda-feira, 26 de setembro de 2016

O rádio ainda poderá mudar o mundo






Publicado em Quarta, 21 Setembro 2016 16:07
 Escrito por Alvaro Bufarah (*)

     No mês de setembro comemoramos o dia do radialista e do rádio, mas muitas vezes esquecemos que este é um dos veículos de comunicação mais importantes do país. Mesmo com todos os problemas de verbas, falta de estrutura e uma visão empresarial distorcida, o meio ainda é o melhor canal de acesso a informação e entretenimento para muitas comunidades espalhadas pelo país.

     Diante das novas tecnologias o rádio pode ser potencializado e alcançar audiências diferenciadas, que nunca foram trabalhadas.

    Num período marcado pela segmentação em nichos, o suporte multiplataforma da Internet possibilita que as emissoras de rádio produzam programas em diversos formatos e até criem novas emissoras para públicos diferentes.

     O que trava o desenvolvimento do rádio no Brasil? Talvez a melhor respostas seja o fato das empresas de comunicação brasileiras, especialmente as rádios, não se entenderem como “empresas”, muitos ainda batem no peito e afirmam fazer rádio da mesma forma há 40 anos, como se isso fosse diferencial. Infelizmente temos novos públicos que não conhecem o rádio por ondas. Para os jovens, o rádio pode ser um podcast no celular, uma transmissão de streaming no tablet, ou uma emissora web que toque músicas e tenha entrevistas sobre Pokemons.

     Este novo consumidor praticamente não conhece o rádio materializado em um eletrodoméstico, na caixinha sobre o móvel da cozinha, o radinho de pilha que levávamos para os estádios, ou o aparelho em que as senhoras ouviam a “Ave Maria” com um copo de água, todos os dias às 6 da tarde.

     Para esta nova audiência, o áudio digital é uma realidade que flui no ambiente da web. Pode ser transportado, copiado, retransmitido ou simplesmente escutado a qualquer hora e lugar.

     Não devemos viver das glórias do passado, mas buscar os melhores caminhos para um novo futuro. Para tanto, temos de modernizar as empresas entendendo a programação com um produto único, que precisa de uma comunicação própria, métricas diferenciadas e novos formatos que abusem das plataformas digitais.  Este é o futuro da comunicação no país, especialmente do rádio. Como dizia o radialista paulistano Hélio Ribeiro, “o rádio ainda pode ser o veículo que irá mudar o mundo, mudando a você e a mim”. Basta que todos entendam o novo momento histórico que vivemos.

(*) Jornalista e pesquisador do meio rádio na Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM), mestre em comunicação e mercado pela Faculdade Cásper Líbero (FCL), pós-graduado em administração de empresas pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e professor do curso de Rádio e TV. Atuou mais de 20 anos no mercado de rádio nacional e internacional.
Link original: http://portal.comunique-se.com.br/artigos-colunas/82408-o-radio-ainda-podera-mudar-o-mundo
Acessado em 26 de setembro de 2016 as 13h02

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Dicas para locução em rádio


      Este artigo não é a verdade absoluta, somente achei interessante para ajudar com algumas informações que podem ser muito úteis.

     Todos sem exceção que trabalham ou já tiveram o privilégio de fazer rádio, sabem que o amor pelo rádio é regra na profissão.

     Grande parte dos profissionais de rádio, aprenderam seu ofício na prática do dia a dia. Adquirindo conhecimentos, experiências, técnicas, que são passadas pelos mais experientes, os mais antigos na profissão. Talvez seja este o motivo de ser tão escassa a quantidade de publicações sobre rádio. Principalmente os manuais, estes são raros no Brasil.

AS “CORES DO RÁDIO”

            O rádio é um meio de comunicação puramente auditivo. É o que chamamos de meio cego. No entanto o rádio possui o poder de incitar a imaginação, de tal forma que, logo que o ouvinte ouve a voz do locutor, forma em sua mente a imagem de quem está falando.
            Na TV, as imagens que vemos estão confinadas nas polegadas de sua tela. No rádio, as imagens que são criadas pela imaginação do ouvinte, não têm limites. Suas dimensões, cores, sabores, aparências, dependem da imaginação de cada ouvinte, e do poder interpretativo do locutor.
            A grande diferença entre as imagens criadas pelo rádio, e as imagens exibidas na TV, é que o telespectador assiste as imagens que saem da televisão. No rádio as imagens brotam de dentro do ouvinte. No caso do walkman, as cenas acontecem literalmente dentro da cabeça do ouvinte.
          


ABERTURA DE UM PROGRAMA

     Começar bem o dia, levantar com o pé direito, chegar para uma entrevista e causar uma boa impressão logo de cara. Tudo o que construímos, tudo o que realizamos com sucesso, tudo de melhor que conquistamos, depende essencialmente de um bom começo, de uma boa base. Para que um bom orador realize com êxito seu discurso, ele terá que caprichar na introdução. O teor das primeiras palavras e de vital importância para ganhar a atenção do público logo de início.
         Caprichar na abertura do programa, é regra entre os bons locutores e é fator primordial para ganhar a audiência logo de começo. Realizar com sucesso a abertura de um programa proporcionará ao locutor um estado de  satisfação, gerando tranquilidade e segurança, durante todo o decorrer do programa.

CONSTRUINDO UMA BOA ABERTURA

      Um bom locutor é acima de tudo um bom comunicador. Comunicar é transmitir mensagens através de diversas linguagens. Nos comunicamos por gestos, pela escrita, com sinais, mas principalmente através da fala que é de longe o meio de comunicação mais eficiente e mais utilizado pelo homem. A informação que será passada através da mensagem, ou seja, o conteúdo da mensagem é fator vital para uma bem-sucedida abertura.


A MENSAGEM DA ABERTURA

O que dizer na abertura do programa?

Somente o necessário, mas o suficiente para transmitir sua mensagem, realizando uma boa comunicação e com isso uma perfeita abertura.

Separei por tópicos a mensagem que comporá nossa abertura.

1. Saudação incluindo a hora e data
2. nome da rádio e a sintonia.
3. nome do programa, conteúdo do programa.
4. Seu nome (locutor)
5. Convite a participar por telefone ou e-mail, etc...
6.Anuncia a primeira música.


    EX: Muito boa noite... hoje 29 de novembro agora são oito horas e dez minutos, Está é a rádio SENAC em 98,7... está entrando no ar mais um SENAC ESTILO, músicas de bom gosto para pessoas de bom gosto como você. Eu sou Pedro Aguiar e estaremos juntos até a meia noite, até lá você pode ligar e participar pelo 25825519...E começamos com boa música... TEARS IN HEAVEN (ERIC CLAPTON)




     Fonte: http://artedefalar.tripod.com/id3.html